Máscaras e apelo
Jogo tudo no lixo e sento em possibilidades desconcertantes
Uma odisséia; esse túnel do desconhecido
E um relógio pendurado no pescoço, parado. Adeus.
Me tome
E se embebede da minha vida
A mais moribunda e travestida
Em sonhos e emoções
Desespero, paixão e vísceras
Aonde essa trilha leva?
Esse som me eleva
Quero partir desse concreto marginal e me despir
Virar de ponta cabeça e fazer melodia de todos os desencontros
Uma multidão e tudo cheira a flores partidas
São cabeças, são dentes, são genitais e inflamação na alma
Pregando todas as peças
E às risadas que rasgam sentimentos
Incendeio os sonhos de outrora
E vejo as cinzas pairando na maresia
Sem despedida muito longa...
Sinto todos os meus ossos se desmanchando
Cheiro de terra soprando depois da chuva longa
Avança a minha maré
Jogo tudo no lixo e sento em possibilidades desconcertantes
Uma odisséia; esse túnel do desconhecido
E um relógio pendurado no pescoço, parado. Adeus.
Me tome
E se embebede da minha vida
A mais moribunda e travestida
Em sonhos e emoções
Desespero, paixão e vísceras
Aonde essa trilha leva?
Esse som me eleva
Quero partir desse concreto marginal e me despir
Virar de ponta cabeça e fazer melodia de todos os desencontros
Uma multidão e tudo cheira a flores partidas
São cabeças, são dentes, são genitais e inflamação na alma
Pregando todas as peças
E às risadas que rasgam sentimentos
Incendeio os sonhos de outrora
E vejo as cinzas pairando na maresia
Sem despedida muito longa...
Sinto todos os meus ossos se desmanchando
Cheiro de terra soprando depois da chuva longa
Avança a minha maré
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