Saí
Deixando os talheres na mesa
Acesa à luz e o pecado da falta lá dentro de fora
Rastejando na névoa púrpura os olhos cintilantes
De repente me vi ali
E ali tudo
E ali só
Sobrando o espaço
Me vi nú lugar e rastejando sobrei
Dentro de mim mesma
De lá de fora do meu dentro
Afastei o caso do vaso
E joguei as pedras de rubi no lapso dúm gotejo
Avistada a penumbra da gola
Sorri pele de gado vivo
E cantei véus de lenço
e batuque de pangeia
Estou saboreando aquele prato que nunca comi
E as formigas continuam me surpreendendo.
Deixando os talheres na mesa
Acesa à luz e o pecado da falta lá dentro de fora
Rastejando na névoa púrpura os olhos cintilantes
De repente me vi ali
E ali tudo
E ali só
Sobrando o espaço
Me vi nú lugar e rastejando sobrei
Dentro de mim mesma
De lá de fora do meu dentro
Afastei o caso do vaso
E joguei as pedras de rubi no lapso dúm gotejo
Avistada a penumbra da gola
Sorri pele de gado vivo
E cantei véus de lenço
e batuque de pangeia
Estou saboreando aquele prato que nunca comi
E as formigas continuam me surpreendendo.
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