Nú crepitar da madeira
Vento uivando na porta
A falta do que não sobra
Na ostia de um sacerdote
No pudor da linguagem mamada
Garrafas de vinho quebradas
E sangue do aborto em lágrimas
Gotejos ostensivos em misericórdia
Formam cápsulas que transformam a física quântica
Em acesso nu ao esquecimento
A fita rebobina
E toca outra vez sem ninguém
Dar- se conta
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