Meus elétrons lá fora, na trovoada
O raio que parte o azul do c(s)éu
Meus prótons, fótons, s(c)éus neutrons...
Velho ego bateu à porta, de bengala e chapéu de "paia"
Mais que um vale de lágrimas
Um carnaval no museu do cinismo
Tombado como patrimônio de um aprendizado
Uma canção de eufemismo jorrada:
Redundante, redundante, redundante
O seu hálito!
Todos loucos e mergulhei, &u, na insanidade
Aonde foi o contato e a viada da improvisação?
Na lama, na sua carapuça, aquele cuspe que faz tempo foi cuspido pra cima, mesmo tardando, uma hora cai em cheio dentro do globo ocular
Que infantil rebelde...
Partido o que não deveria haver sido feito alheio.
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