A cultura de dormir
De pessoas perecíveis
Acultura vã...
A cachoeira molha
A corda que é trepadeira
Trapézio que não é fixo
Meus 18 anos tão esperados
Uma foto que foi tirada antes de então do que seria a minha escolha pela liberdade
Hoje, na cozinha, no meio de baratas e limpeza essa foto ressurgiu e entendi que trilho esse caminho
Saindo de mim...
¨Esse quadro é o meu preferido¨
Opa, ¨saindo de mim¨...
Vejo força e transpira uma inteligência calada
Vou pintá-lo no meu estilo
Sem esquecer da paz e segmento que respira o ¨original¨
Só coisa boa e, as crises continuam continuamente para os que estão em órbita
É momento de mudanças...
Não tenha medo, meu bem e ¨Não se afobe não que nada é pra já...¨
Quisera eu estar assim...
Presente a cada segundo de minha existência
Exploro, valoro e identifico tudo isso ao máximo, porque se hoje subi, amanhã vem queda...Pode ser hoje mesmo ainda...Sinto como sentir.
O planeta ¨enruiveceu¨ ficou quente quente e dilatou...
Depois disso, muito muito depois disso, adquiriu um tom salmão até ficar branquinho, cristal.
Paz, é aqui que estou, é mais ainda onde sempre quero estar.
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