¨Me deito em minha cama de névoas, aguardo ser engolida pelos sonhos.¨
De fato, não foi assim.
¨Bença¨ irmandade!
¨É bom te ter aqui.¨
Vim e vou preparada par dar colo, entendi e senti que não obstante da minha força, também preciso de um.
De todas as casas, nas suas estarei. Na minha não há comodidade, não com o vazio que preencho com minhas palavras, pinturas, melodias e intenções.
Se eu regar uns e outros em auroras que não exigem ¨soledad¨, pois aí sim minha casa será, minha, sua, nossa.
Amor, penas e pernas:
¨Me de um muito mais disso, se puder. ¨
Vôo amanhecida, um estado sublime circula em minhas veias, é sério, é quieto, sabido e contemplando, é calmo, mas se esculacha na risada se puder.
¨Bora viver a vida!!¨
Assim fui recebida no portal onde me encontro:
- Bem vinda! Você, como nós, é mais uma de nós.
De repente acontece.
Olho para o céu, cerro as pestanas, vento bate calado e frio, luzes dilatam nas dimensões não vistas, o queixo se eleva, os braços se abrem; tudo numa sincronia leve, leve.
Naturalmente, o sorriso é estampado no rosto:
¨Tudo o que me escuta, me entende e me sente é o que quer que seja que se dá a este instante.¨
Agradeço.
- Brisa, leve esse doce momento aos olhos de quem sente, atravesse os mares, afinal, ...¨coisa boa brisa eleva...¨
AMEI ESTA TAMBÉM.
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