O ralo entupiu e coloco minhas luvas.
Meus olhos precisam de descanso...
Não vou cerrar os ouvidos quando o sol cresce no horizonte tremendo
A música do amanhecer não exige nada mais do que contemplação
Um templo num espaço avesso:
Ele caminha junto aos meus pés, meus sonhos, meu olhar é real.
Todos os meus antigos amores se uniram num entardecer e, a amizade foi eternizada para sempre.
Num pito de silêncio o sol se pôs e a calmaria reinou nas águas.
Escutei palavras sábias, depravadas e embriagadas na noite a fora.
Essas, as loucuras avessas dum mundo pouco acreditado por tantos
Sexo.
Amor, compreensão e trocas, falta algo em muitos.
Que retardação absoluta, sentada na minha mesa poética, proferindo a profunda natureza das palavrinhas: Esperança e paz.
O bar é instinto e o calor perpetua a quem se dá a mares a navegar, por mim, agora negados em aceitação voluptuosa. (Não mudarei o mundo está noite, mas preciso dar ouvidos as minhas próprias palavras, mudo o meu mundo)
Na minha atmosfera, o que está cravado em minha alma é a tua.
E fodam-se os bastardos de olhares adjacentes.
A música do amanhecer fez amores antigos fundirem-se em amizades ternas.
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