O sino badalou.
Eram 12 horas. Era hora de voar.
Decidi que ia morar em uma fazenda.
Uma ¨comuna¨do bem, foi no que pensei.
Hoje a idéia ainda acompanha os pensamentos do dia: soprei baixinho o nome do menino enquanto caminhava na rua.
Olhava pra outro, não parecia com ele, apenas intuí instantaneamente e o disse, não para este, não para nada que se possa entender...
Não. Não incomoda caminhar só pelas ruas no frio da madrugada.
Faz.
Fez.
Há de se entender a ¨língua¨ das mulheres, nós.
¨Os vagabundos desta noite não me atraem.¨
Deveras, tudo está presente e seguimos permanentes. A noite foi ¨achada¨ a saco e descoberta na medida.
Já perambulei, encontrei e perdi.
Amigas, mulheres.
Perdão.
Moscatel, whiskie, moscatel.
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