Boto o pijama
Aperta o cinto, abre o cinto, fecha o cinto
Despertando roncos
Ali eu aqui
Quero ficar só e criar atmosfera para estar no meu ápice
Declínio da confusão
Ahhhhh envergação bendita!
Pipocas e conhaques, deus meu, como sou ordinária
Obrigada, obrigada, oh, cúmulo, obrigada
Não vou, nem fui, nem sou, nem serei
Ao contrário de ontem, não nadarei na marginal, pinheiros ou Tietê
Tão pouco vou dar braçadas no ar, pisei pezinho no chão, gente, que mundo mais podre de bonito! É magia negra.
Que orgasmo marginal, cortei as asas, e e e, h!
Engasguei a Hiroshima nos pulmões, AO CARAIO divisão!
Meu esôfago dói, ou será meu fungo invernal?
Não engulo, cuspo, cuspo.
Bater palmas pra que, hein?Foi uma miséria, foi doente ver a realidade faminta, ¨oh, obrigada por me convidar para o filme, e que?¨
Andarilhos das BR(s), cada um na sua, necessito de uma bala e um espirro para despertar a atenção em tantas diferenças de um, de outro, vagabundo.
Que canalhice salvadora pode ser a fé
O parque! Que parque?
O parque...
Ah o parque...o parque foi mãe, foi pai...malditos gatos saiam do meu armário!
Nada precisa fazer sentido, isso é ser louco?
Mamãe perguntou:
Filho o que você quer ser quando crescer?
Ele posou:
Um notório homossexual!
Ta í.
Pingo no í, pinga ni mim, do nada fezes no absoluto
E a vazão é tão grande que não encontro mais encaixe nesse drama imperial
Vida a vira.
Já perguntei de onde vieram as formigas?
Aqui, me sinto amando e amado.
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