Felicidade, ArteFissurar.

Organismos ambulantes.

Me larguei nas entranhas da cidade que já chamo de lar.

Percorro as vísceras encanadas, completamente aberta em fluxo alcalino, pro que der, e vier.

Agora sinto, enxergo de verdade, agora, agora, agora.

É um mundo selvagem, um selvagem, selvagem mundo!

Tratamos com animais, de gato virei tigre, floresta da vivência.

O que é natural nessa dimensão na qual vivo?

Moças se deparam com o chão, fixando os olhos, desfazem caminhos.

Esses tais moços...

Manifestam o foco ¨adelante¨.

Pisam.

Te lembra algo?

A mim cavernas.

Um ¨bliss¨de tudo isso, tudo aquilo e, a água já escorreu pela parede, feito queda d água natural.

Natureza: ¨ArteFissurando¨ meios na realidade necessária, provida pelo homem, transpassando barreiras edificiais.

Tijolos, madeira e fome.

Kioto 2:

¨Desapareceremos...Y las mariposas seguirán volando¨.*

Felicidade, ArteFissurar.

Venha para o meu mundo, doído e depravado, é um orgasmo revolucionário:

Sonhar acordada e saber aonde está sem perder o foco do momento.

Me sinto mais disposta do que nunca.


*Paul Ehrlich

Barcelona 26/11/09

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