Ele se senta na estátua, num po(s)te de luz.
Doce conforto, doce confronto.
Calmo em meio à loucura da cidade que dobra e desdobra velocidades tempo-espaciais.
Tua literatura nas coisas é sublime e impetuosa.
Doce conforto, doce confronto.
Tua leitura é a retórica do ser e o devaneio de não ser.
Tua leitura é a estática dos movimentos.
E aqui vou eu.
Mero conforto, salgado sejam os confrontos.
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