A sétima arte me encanta.
Entre crises existenciais e existência crítica, nada como se perder no achar de um belo filme.
Incrível este espaço que emociona e faz-se sentir.
Sentir só e plena.
Deixar de sentir, de ser e convencionar o espaço convencional.
Lágrimas das entranhas escorrem precisamente enxutas, num caminhar contra o vento, ¨sem lenço e sem documento”.
As identidades se perdem e desdobram-se num coletivo sóbrio, das dores e paixões compartilhadas.
Emoções a “lírios da pele” se desprendem em sorrisos e tremedeiras.
Tudo balança, o ser se altera, vibra o incalculável.
“A insustentável leveza do ser”*, o peso e a leveza guerreiam e se buscam.
Do equilíbrio pouco se sabe, pouco se vale.
O equilibrista dorme enquanto o desequilíbrio impera em ser só e, assim só alcançar a si.
*¨A insustentável leveza do ser” Milan Kundera
Comentários
Postar um comentário