Deixe-me voltar lentamente para a terra:
Fértil.
Rastejar e tatear seus cheiros e seus prantos enquanto toda a natureza selvagem renasce em mim outra vez.
Um cão ancestral.
Na medida, um contato imortal.
Sob as leis do improviso
(Acredite, deixe-me abdicar do todo consolidado e aplicar-me no curso livre de estar presente, matar a minha fome, mostrar as minhas garras e uivar meu sobrenome)
Me deixe e assim há garantia em percorrer o fluxo natural que nos expande até o eu-seu-meu-nosso-vosso livre arbítrio.
Deixe que eu me cure da sina do século:
Do segredo e da segregação.
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