Muitos pensamentos e respiro todo o ar que possa entrar; inflando e esvaziando o pulmão.
Desgraças do dia:
Sempre há, me toca no pessoal, sentimento profundo – leio o jornal – aleatoriamente engulo informação e trago alguns infortúnios.
Há chuva. Ela se manifesta e tudo já é diferente do que passou.
Sentimento bom: Esse me invade.
Aonde há esperança, aqui estou.
Se há por onde fazer, ali estou.
Sem dúvidas, as ações me comovem, fazem de mim o que quero ser.
Me como. Vem.
Carecas pelas ruas...
Sem seus ¨para-aguas¨, caras na perdição.
São muitos. Esqueceram não só o que ¨para a água¨, como de suas ¨ladys¨
Nada mais pode ser sublime.
Será possível sempre, todos os dias, alcançar o núcleo das coisas?
Ou estamos fadados a permanecer no manto e provar as profundezas como aperitivo?
Você provoca discussões ou prefere o âmbito de verdades estáticas?
Muitos sinais, muita ortografia e me esqueço de viver para perseguir meus rabiscos provedores de harmonia intensa. Me sinto bem.
Pra tudo há o momento propício.
- Aqui me largo, espero estirar-me mais.
Margem ortográfica, discussões de interesse político interno que se comunicam externamente:
Faço simples, claro, assim quero chegar, simples.
Tudo há de ser unificado e desmembrar logo após.
Exteriorizando o vácuo dos interesses absurdos descobri um de meus estilos saboreando muitos outros:
¨Sussurro¨. Me aproximo da metalinguagem das coisas, da poesia, e não há o por quê do não.
23/12/2009
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