A tarde apenas nasceu, mas hoje tenho certeza, para um dia inteiro, é um dia de Radio Head.
Preto e branco e ¨slowmotion¨
Boca vermelha
Lento os movimentos
Frio e chuvisco
Rabanada e sushi
Prosa poética
Na cabeça, música
Muitas delas
Na cabeça, sonhos, idéias, ilusões, conclusões e invenções
Peço ao papai Noel:
- Mente, me dê descanso.
1, 2, 3
Hora de dividir o pão
Crianças, ruas, adultos
Idosos, pobres e ricos
Distrações em vitrines e tudo isso embrulha o meu estômago
¨A volta dos que nunca foram¨
Envolvi o pano em minha cabeça e o cigarro andava na mão em minha frente, como maridos na Arábia.
O sangue estampou no pano branco.
Reumatismo:
Caiu no chão...Efeito separatista, política capitalista, abominável o crime.
Sujou de sangue...
E pode ser que ela nunca mais será a mesma, pó, pode ser que ela não será mais.
Como pode ser que o ¨dia é de natal¨ e o sangue se arrasta pelo mundo todo.
É Radio Head.
É natal triste que todos disfarçam como em todos os dias.
Mesmo e ainda sim:
O que fazer?
É apenas mais um dia de Radio Head!
Aproveite a ceia, abrace os amigos, divida as biritas e o que mais puder...
Amor, por todas as partes.
Sou o escarro da humanidade e não acredito nela. Creio no espírito que nela se contém (ta?).
Estrela de minha própria vida: Maldita bastarda.
Que prognóstico conformista:
¨O futuro deus reserva...¨
24/12/09
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